Vôo dos animais:
projeto ou acaso?
O testemunho
de um aviador
1. Introdução:
O vôo é um fenômeno fantástico. Desafiando a gravidade, os pássaros
formam um balé preciso e fascinante.
Enquanto o homem tentava imitar os pássaros com geringonças que batiam asas, os
resultados eram desastrosos e frustrantes durante séculos.
O alemão Otto Lilienthal, entretanto, parou de tentar inventar aparelhos que batiam
asas ou que
eram dependentes da propulsão muscular humana e copiou o que estava ao
alcance do homem: foi o pioneiro do vôo planado no final do século 19, abrindo as portas para um desenvolvimento mais adequado da aviação.
O vôo no reino animal, portanto, foi a inspiração
e é um fascínio para o homem.
2. O vôo entre os
insetos:
Batendo suas asas
numa velocidade fantástica (20 Hz a 400 Hz) os insetos voam desafiando
as leis aerodinâmicas e de resistência
dos materiais conhecidas pelo homem! Com asas duplas (Fig.1), insetos voadores ciclam as mesmas num sincronismo perfeito de modo a usar o fluxo
aerodinâmico com o máximo aproveitamento. Besouros, mosquitos e mariposas são estudados em túneis
de vento e a conclusão é desconcertante! Não existe aparelho inventado pelo homem que consiga
as proezas desses insetos. Ao final de cada rapidíssimo ciclo, as asas invertem o ângulo de ataque, e partem na direção inversa
em mais um curto trajeto, aproveitando cada deslocamento ( Fig. 2) de modo a produzir a sustentação necessária, tanto ao vôo pairado,
como para mudanças bruscas de movimento, impossíveis a qualquer aparelho inventado pelo homem no passado, presente, ou sequer
nas pranchetas mais audaciosas!

Fig.1. Libélula

Fig.2
Rotação típica das asas de um inseto no final de cada ciclo, invertendo o
ângulo de ataque! Pequenos "detalhes" inexplicáveis pela evolução ateísta.
3. O vôo entre os
pássaros:
No progresso
da aviação chegou-se ao desenvolvimento
das asas voadoras nos
anos 50. Devido à sua instabilidade,
muitos acidentes aconteceram inviabilizando o uso dessas aeronaves.
Mais recentemente, a tecnologia da informática
invadiu os aviões, possibilitando ressuscitar as asas voadoras, necessárias para servirem de bombardeiros que escapem à detecção
dos radares. Elas exigem um extraordinário controle das superfícies
aerodinâmicas para sua estabilidade, dispensando,

Fig. 3
A asa voadora B-2 com a escotilha aberta num vôo de teste, escoltada
por um caça F-16, lançando sua carga
de bombas "inteligentes".
Note o
conjunto corpo/asa fundido e a ausência da cauda e estabilizador
vertical.
Agora a descoberta: A maioria dos pássaros são asas
voadoras.

Fig. 4. A águia
4. O vôo entre os
mamíferos:
Vejamos o exemplo clássico do morcego ( Fig. 5):
O morcego
é um embaraço desconcertante
para a evolução. Em primeiro lugar,
ele é considerado um "fóssil vivo", o que não tem explicação. Isto se deve ao
fato de se ter achado um fóssil de morcego com uma suposta idade de 50 milhões de anos. Um olhada neste fóssil
nos leva a concluir que não
houve evolução alguma, pois ele
é igual ao morcego atual.
Outro embaraço
é o método de ecolocação, usado por cerca de metade das 900 "espécies" (tipos) de morcegos.
Numa caverna nos EUA já se contabilizou uma colônia com cerca 20 milhões de morcegos. O seu minúsculo cérebro processa as informações dos pulsos de ultrasom (maior que 20 KHz) emitidos geralmente entre 12 e 150 KHz (pode variar entre 10 - 200 KHz) que ele lança no ar
para navegar e capturar insetos nas trevas, filtrando
todos os outros que saturam
o ambiente! Tais freqüências são ideais para localizar
pequenos objetos e animais.

Fig. 5. Morcego:
Uma asa voadora
equipada com um "radar". Tudo controlado por um "computador" do tamanho de um caroço de feijão que é o cérebro do animal ! Teria essa criatura, que pesa 4 gramas,
evoluído de um camundongo
!? Só mesmo o fanatismo religioso da evolução pode ensinar uma tolice dessas!
5. O vôo entre os
répteis:
Existiram répteis voadores: os chamados
"pterossauros" ( Fig.
6). Alguns espécimes eram tão grandes
que a sua envergadura era do mesmo tamanho da de um jato F-4 Phantom (18 metros) e ainda
equipados com um leme (estrutura óssea da sua cabeça).
Não há o menor indício das
formas transitórias desses animais muito diferentes uns dos outros inclusive! Os fósseis desses répteis indicam que eles eram
plenamente desenhados para o vôo. Toda a sua disposição óssea assim o indica.
Eles não tinham formas intermediária
com meia asa!

Fig. 6. Pteranodonte com a cabeça-leme

Fig.7
Outro Pteranodonte. Note a imensa envergadura que já se constatou
ter atingido 18 metros!

Fig. 8
Cabeça de outro Pteranodonte. O bico e a parte posterior servem

Fig. 9
Configuração de um fóssil de Pterossaurus na forma que foi encontrado
na rocha.
Note que esse possui dentes no bico, diferente dos mostrados nas figuras
anteriores.
6. CONCLUSÃO:
A completa falha
da evolução para explicar a origem do vôo :
O
que a evolução
tem nos oferecer
1. A TEORIA DA ÁRVORE ( ou do
"body jump" )
Os mamíferos (talvez um porco ou uma
vaca ou até
mesmo um elefante) teriam subido nas
árvores e se lançado de talvez uns 2 ou
3 metros durante uns 450 milhões de anos. Após muitas patas
quebradas e muita insistência, os sobreviventes (se existiram...) foram lentamente adquirindo as penas e a capacidade
de vôo...
2. A TEORIA DA PISTA DE DECOLAGEM ( ou
do "pouso de barriga"
)
Outros animais (talvez um coelho, uma raposa ou
até o leopardo) assustados com os mamíferos mais afoitos e arrebentados, decidiram pelo menor risco e foram
tentando corridas velozes nos campos
e depois de muitos bilhões de saltos e pousos (alguns literalmente de barriga) também puderam ter lentamente adquirido as penas e a capacidade de vôo...
AGORA CHEGA DE BRINCADEIRA
À VERDADE:
Os pássaros e todos
os animais alados foram criados
no quinto dia literal de 24
horas da semana da criação
ocorrida há apenas seis mil anos atrás:
"E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que
as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas
conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E Deus os abençoou, dizendo:
Frutificai e multiplicai-vos,
enchei a terra. E foi a tarde e a manhã, o dia quinto."
Gênesis
Elaborado por JPMA - © 2002, 2ª edição Nov. 2002
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