Reproduzido e traduzido sob permissão, da edição de setembro de 2002 do jornal,

 

Prophetic Observer

 

Extraído de: Demons in the Smoke of The World Trade Center  (Demônios na Fumaça do World Trade Center) por Dr. R. L. Hymers, Jr. and Dr. John S. Waldrip. Pedidos pelo telephone, ( dentro dos EUA ):  1-800-652-1144.   

© 2002, Southwest  Radio Church Ministries. Web-site:   www.swrc.com

 

 

Uma Comparação entre Maomé e Cristo

Por Dr. John S. Waldrip

 

 

Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.

 

- 1 João 4:1

 

 

O apóstolo João lembra a seus leitores que “muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” Há duas coisas que este versículo nos manda fazer para sermos capazes de discernir  entre um verdadeiro profeta e um falso profeta. Primeiro, “não creiais a todo o espírito.” Os crentes precisam parar de ser tão ingênuos de modo a se tornar presa fácil de qualquer um que alega representar Deus.

Segundo, “provai se os espíritos são de Deus.” Essa palavra “provai”, traduz do grego a palavra que tem o significado de um metal de teste para determinar se há ouro ou prata presente em certa amostra. Em outras palavras, João está direcionando seus leitores a inspecionar cuidadosa e detalhadamente, aqueles que alegam ser profetas de Deus, para ter certeza se eles são genuínos.

Agora, colocaremos ambos à prova, Jesus Cristo e o fundador do Islã, Maomé.1   Nós os colocaremos lado a lado para uma comparação, com o propósito de avaliação, de modo que você possa decidir qual desses dois homens é o verdadeiro profeta de Deus e qual é o impostor.

Portanto, nós iremos examinar a legitimidade do Islã, ao submeter o seu fundador a um exame, enquanto que ao mesmo tempo, examinaremos a legitimidade do Cristianismo Bíblico ao submeter o seu fundador a uma investigação similar.

 

As Profecias de Suas Vindas Contrastadas

 

As profecias da vinda de Jesus Cristo são bem documentadas no Velho Testamento, dadas muito antes dEle nascer. Aqui estão algumas poucas profecias específicas acerca da vinda do Senhor Jesus Cristo e as passagens relevantes.

Setecentos anos antes dEle nascer, a cidade do Seu nascimento foi predita pelo profeta Miquéias, apesar dessa cidade não ser a cidade onde moravam os seus pais (Mic. 5:2).

Mil anos antes de ocorrer, Davi previu a forma precisa da morte de Cristo, apesar de ser um método de execução não conhecido de então (Sal. 22:16).

Seu nascimento virginal foi predito setecentos anos antes de ocorrer (Isa. 7:14).

Mais de quinhentos anos antes do Seu nascimento, a quantidade de dinheiro pelo qual Ele seria traído, foi predito para ser trinta peças de prata (Zc. 11:3).

Um mil anos antes da Sua morte, foi predito que os homens iriam lançar sortes sobre sua roupa (Sl. 22:18).

Um mil anos antes, foi predito que suas pernas não seriam quebradas, como as pernas de todos os outros que eram executados por crucificação (Sl. 34:20).

Setecentos anos antes de Seu nascimento, o Velho Testamento predisse a morte de Jesus em lugar dos pecadores (Is. 53:3-6).

Essas são apenas sete, das centenas de predições do Velho Testamento que foram literalmente cumpridas pelo Senhor Jesus Cristo, profecias que foram dadas com séculos de antecedência.

Agora, procure por uma predição acerca da vinda de Maomé.   Você não irá achar uma sequer.   Olhe no Corão e olhe em qualquer outro lugar, mas você não irá achar nenhum anúncio profético da vinda de Maomé. Ele apareceu sem qualquer aviso prévio e sem qualquer profecia.

 

Seus Nascimentos Contrastados

 

Eu já disse a você que o local do nascimento de Jesus foi predito para ser em Belém (Mic. 5:2).

Eu já disse a você que Jesus nasceu de uma virgem (Isa. 7:14). Eu devo também enfatisar que o nome Jesus foi determinado antes dEle nascer (Mat. 1:21).

Agora, considere o nascimento de Maomé. Exceto por passageiras referências ao fato que Maomé nasceu numa pobre família e que seu pai morreu antes dele nascer, e que sua mãe faleceu antes dele completar seis anos, deixando-o para ser criado por uma avó e por um tio, não há qualquer afirmação feita por Mulçumanos quanto ao nascimento de Maomé.

O nascimento de Jesus foi miraculoso. Ele nasceu de uma virgem (Isa. 7:14; Mat. 1:18-25). Maomé, porém, teve ambos, um pai e uma mãe, fazendo o seu nascimento, em contraste com o nascimento do Senhor Jesus Cristo, deveras ordinário.

 

Suas Vidas Contrastadas

 

Primeiro, a vida do Senhor Jesus Cristo. A Bíblia declara que Jesus viveu Sua vida sem pecado. (Heb 4:15).

A Bíblia registra muito sinais, maravilhas, e milagres executados pelo Senhor Jesus Cristo: a alimentação dos cinco mil, multiplicando poucos pães e peixes, andando sobre a água, ressucitando os mortos, dando vista aos cegos, curando aleijados, limpando os leprosos e expulsando os demônios. Esses milagres feitos por Cristo, estão registrados nos quatro evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João.

Jesus, também, afirmou ser Deus, afirmou ser o exclusivo Salvador das almas pecaminosas dos homens, afirmou perdoar pecados e afirmou dar vida eterna aos homens.

Durante Sua vida terrena, Jesus não atacou nem brigou com ninguém. De fato, Ele até curou um dos homens que O prendeu para ser julgado e crucificado, isso depois que o apóstolo Pedro feriu esse homem com uma espada (Luc. 22:50-51).

E que dizer da vida de Maomé? Fontes autoritativas, tais como Fazlur Rahman, Ph.D., professor do pensamento Islâmico da Universidade de Chicago, e Edwin M. Yamauchi, Ph.D., do Instituto de Pesquisas Religiosas, nos dizem que que o Corão não afirma que Maomé efetuou um milagre sequer.5

E até mesmo os Mulçumanos reconhecem que Maomé cometeu pecados, mas eles dizem que ele, de algum modo foi limpo de todos os pensamentos indignos, quando ele tinha 12 anos de idade, habilitando-o, então, a interceder pelos pecadores.

A atitude de Maomé para com a violência era exatamente a oposta da de Jesus. Maomé era ativo ao buscar a Guerra aberta para com aqueles que faziam oposição a ele. Numa ocasião, de acordo com os estudiosos Mulçumanos, ele comandou um exército de 10 mil. Ele ordenou a morte de muitos de seus oponentes.

Portanto, Cristo afirmou ser Deus, enquanto que Maomé afirmou apenas falar por Deus. Cristo fêz milagres, enquanto Maomé não. Cristo recusou recorrer à violêcia, enquanto que Maomé era violento e matou muito que fizeram oposição a ele. Eles tiveram nascimentos e vidas muito diferentes.

 

 

Suas Noivas Contrastadas

 

O Senhor Jesus Cristo nunca se casou e nunca foi pai de crianças terrenas, mas isso não significa que Ele não tem uma noiva. Da mesma forma que se fala de Israel como a esposa de Jeová no Velho Testamento, assim também se diz que O Senhor Jesus Cristo tem uma noiva. João o Batista referiu-se ao Senhor Jesus como o Noivo em João 3:29, e Paulo lembrou aos Coríntios que ele os tinha casado como uma casta virgem a Cristo (2Cor. 11:2). O Senhor Jesus Cristo irá retornar algum dia, e tomar a Sua noiva para o céu com Ele. Sua noiva é composta de todos os verdadeiramente Cristãos, os nascidos de novo. A união entre Jesus e Sua noiva, é uma união espiritual, não uma união física.

Maomé, por outro lado, teve muitas esposas.3 Sua primeira esposa, Khadija, era uma mulher de negócios que  se ofereceu a ele, apesar dele ser 20 anos mais jovem do que ela.4

Enquanto ela viveu, ele não tomou nenhuma outra esposa.5 Todavia, quando sua primeira esposa morreu, ele se casou com pelo menos 10 mulheres, e tinha um certo número de concubinas.6 A esposa mais nova que ele tomou,  tinha 9 anos de idade  e se chamava A’isha, e literalmente trouxe os seus brinquedos com ela quando se casou com ele.

Apesar de nenhum dos filhos de Maomé ter vivido até a idade adulta, ele adotou um filho chamado Zaid. Mais tarde, ele recebeu uma “revelação” especial, autorizando-o a se casar com a bela esposa de Zaid’s, chamada Zainab.7 Então, você pode ver que, com relação às suas noivas, há uma vasta diferença entre o Senhor Jesus Cristo e Maomé, o fundador do Islã.

 

Suas Mortes Contrastadas

 

Considere a morte do Senhor Jesus Cristo. Cristo não morreu velho. Ele não morreu uma morte como se fosse a de alguém doente ou enfraquecido. Ele morreu uma morte de uma brutalidade  inimaginável nas mãos dos soldados Romanos.

A morte do Senhor Jesus Cristo estava predita tão antes quanto Gênesis 3:15, e em grande detalhe em ambos, Isaías 53 e Zacarias 12:10. Pela Sua morte e pelo derramamento do Seu sangue, numerosas coisas foram cumpridas, incluindo:

 

 1. O cumprimento de muitas profecias a respeito da Sua morte.

 2. A satisfação da justiça de Deus que exige a punição dos pecados.

 3. O perdão dos pecados.

 

E que dizer da morte de Maomé? Estudiosos Islâmicos nos dizem que em 632 A.D., ele ficou doente com violentas dores de cabeça e uma febre, possivelmente causada por envenenamento.8 Antes de morrer, ele exortou aos seus seguidores para que permanecessem unidos e para que proclamassem os deveres dos casais, e deu outras poucas instruções. Maomé, então, morreu na casa de sua esposa A’isha, quem cuidou dele durante os seus últimos dias.9 O túmulo do “profeta” em  Medina, é o segundo lugar mais venerado do Islã, depois de Meca.

Portanto, a morte do Senhor Jesus Cristo, no auge da Sua vida física, com a idade de 33 anos, foi um evento de proporções cósmicas, trazendo a um climax, o propósito redentor de Deus, na morte sacrificial do Seu Filho para pagar os pecados da humanidade. A morte de Maomé foi uma morte de um homem velho, que ficou doente e disse umas poucas palavras antes de morrer.

 

Suas Resurreições Contrastadas

 

A ressurreição do Senhor Jesus Cristo é fundamental para o Cristianismo. Primeiramente, a ressurreição de Cristo foi predita 1.000 anos antes de acontecer. Em Segundo lugar, ela ocorreu apesar das forças inimigas colocadas na Sua tumba para prevenir tal coisa de acontecer. Em terceiro lugar, o Senhor Jesus Cristo mostrou-se vivo, com muitas infalíveis provas após a Sua ressurreição.

As mulheres O viram. Os apóstolos O viram. Os homens na Estrada de Emaús O viram. Tomé foi convidado a colocar seus dedos dentro das feridas de Jesus provocadas pela crucificação. Então, o Cristo ressureto apareceu a Saulo de Tarso na Estrada para Damasco. De fato, quando Paulo escreveu sua 1ª carta aos Coríntios, mais de 500 testemunhas da ressurreição de Cristo ainda estavam vivas, e isso era mais de 20 anos depois. Tão importante é a ressurreição corporal de Jesus Cristo dentre os mortos, que Paulo escreveu, “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.” (1Cor. 15:14).

O quê os Mulçumanos dizem acerca da ressurreição de Maomé? A estória da ascenção de Maomé aos céus é acusada, segundo a opinião da maioria dos estudiosos Mulçumanos, de ter sido fabricada seguindo o modelo da ascenção de Jesus. O Islã, todavia, conta a estória da ascenção de Maomé, sem nenhuma evidência de uma ressureição, e sem nenhum significado na morte de Maomé. O quê a morte de Maomé realizou? O Islã não afirma que ela realizou coisa alguma.

 

A morte de Cristo foi redentora; a de Maomé  não foi.

A morte de Cristo foi sacrificial; a de Maomé  não foi.

A morte de Cristo foi predita; a de Maomé  não foi.

A morte de Cristo foi cheia de significado; a de Maomé  não foi.

 

Seus Legados Contrastados

 

Primeiramente, o legado de Jesus Cristo. Como que os primeiros seguidores de Cristo propagaram o evangelho? Eles o fizeram pela pregação e ensino, e sofrendo o martírio. Os seguidores de Cristo não mataram pessoas pela espada, mas sofreram grandes perseguições nas mãos dos Romanos, dos Judeus não Messiânicos e outros. O legado de Cristo é o do perdão, da misericórdia, da graça, da bondade.

Todavia, qual é o legado de Maomé? Seus seguidores eram guerreiros. O Islã se espalhou pela face da terra de modo diferente.10  Sua mensagem era, “Converta-se ou morra pela espada.” E muitas pessoas se converteram, por medo de execução. Que diferença do legado deixado por Maomé daquele deixado por Cristo!

 

O Crescimento do Islã

 

Considere o espalhamento do Cristianismo antes da crucificação de Cristo. Ao observar o registro histórico, nós encontramos Jeusus reunindo grandes multidões com Seus ensinos, Suas pregações, Suas operações de milagres, Sua multiplicação de pães para a multidão. Atrair uma multidão de pessoas interessadas, nunca era um problema para Alguém que deu vista ao cego e que ressuscitou mortos. Todavia as grandes multidões se dispersaram quando Ele ensinou coisas que eles não queriam  ouvir, deixando-o com apenas os 12 apóstolos: “Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?” (João 6:66-67).

Os 12 não o abandonaram até a noite antes da Sua crucificação, quando Judas O traiu por 30 peças de prata e os outros correram de medo. E quando você conta o número dos seguidores que Jesus tinha logo antes do dia de Pentecostes, cerca de dois meses depois da ressurreição, o número tinha crescido para  (Atos 1:15)

Como que o número de discípulos cresceu para 120  num período de cerca de 3 anos e meio? Foi alguma força usada? Houve alguma coerção? Leia os evangelhos do começo ao fim e você encontrará Jesus demonstrando mansidão e humildade, buscando a salvação de almas perdidas. Jesus disse de Si, “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10).

Aqueles que O seguiram não tinham promessa de riquezas ou poder. Bem ao contrário. Ele, de certa feita, repreendeu dois apóstolos que tentavam ganhar altas posições. Paulo, quem foi chamado para ser um apóstolo após a ressurreição de Cristo, era bem típico a respeito disso. Cristo disse a ele, “E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome.” (Atos 9:16).

Cristo amava a paz. Seus seguidores foram instruídos a oferecer a outra face quando eram perseguidos. As boas novas eram espalhadas pela pregação e pelo ensino, sem a ameaça da violência contra ninguém. A violência que veio, foi sofrida pelos seguidores de Jesus sem retaliação.

Relato muito diferente é dado sobre o crescimento do Islã durante o período da vida de Maomé. Ao buscar o espalhamento da sua religião, Maomé se envolveu em dificuldades com os da cidade de Meca, que queriam que ele retornasse à cidade para ser julgado por seus crimes. Maomé  então, juntou colaboradores assaltantes que atacavam as caravanas que viajavam saindo e em direção à Meca.

Fazlur Rahmani, professor do pensamento Islâmico da Universidade de Chicago, escreve que Maomé também conseguiu a morte de seus opositores na cidade de Medina, e ordenou a execução em massa de todos os homens num povoado Judeu que tinha colaborado com os seus oponentes.11  Na ocasião da sua morte, Maomé era o mais poderoso líder da Arábia. Todavia, o seu rastro de proeminência tinha custado muitas vidas.

O espalhamento do Cristianismo durante a vida de Cristo e o espalhamento do Islã durante a vida de Maomé foram muito diferentes. Jesus insistiu na paz, morte para si mesmo, humildade e, oferecer a outra face. Sua religião cresceu no espaço de 3 anos e 2 para cerca de 120 homens e mulheres. Maomé, por outro lado, recorreu à violência e à morte de muitos que faziam oposição a ele. Na ocasião da sua morte, o Islã controlava a maior parte da Arábia.

 

O Crescimento do Cristianismo e do

Islã Durante os Primeiros 100 anos

 

Você já pensou sobre a propagação do Cristianismo nos seus primeiros 100 anos? Alcançou tão longe quanto Espanha e Grã Bretanha, do continente África à Índia no leste, e até ao longínquo norte, a Religião Cristã cresceu como fogo, começando com o miraculoso derramamento do Espírito Santo registrado em Atos 2.

É uma concepção errada muito comum, pensar que o Livro de Atos descreve o crescimento do Cristianismo de Jerusalém para Roma. Todavia, o Livro de Atos não é realmente um registro do crescimento do Cristianismo de Jerusalém para Roma, pois já havia Cristãos em Roma quando Paulo escreveu para eles. O que o livro de Atos nos dá é uma ilustração da conduta do ministério Cristão pelos dois líderes mais proeminentes, os apóstolos Pedro e Paulo.

Deus operou grandemente em suas vidas e eles receberam poder para pregar o evangelho de Jesus Cristo. Eles quase sempre enfrentaram grandes oposições quando pessoas eram convertidas, resultando em surras, prisões e eventualmente martírio em ambos.

Tão efetivos foram os ministérios dos apóstolos, que foi dito deles, “Aqueles que têm alvoroçado o mundo, chegaram também aqui;” (At. 17:6). Mas como eles viraram o mundo de cabeça para baixo? Como eles espalharam a religião Cristã? Eles eram homens de paz, eram pacíficos em face à perseguição, não retribuíam mal por mal (1Pe. 3:9), e não buscavam vingança pelas maldades feitas contra eles (Rm. 12:19)

O mesmo não pode ser dito sobre o crescimento do Islã, sobre um comparável período de tempo. Certamente, o crescimento do Islã nos seus primeiros 100 anos foi tão grande quanto o crescimento do Cristianismo nos seus primeiros 75 anos. Mas o método pelo qual o Islã se expandiu, foi exatamente o oposto do método empregado pelos Cristãos ao espalhar sua religião.

Quando os Mulçumanos saíram da peninsula Arábica, 100 anos de incessantes guerras e derramamento de sangue se seguiu. Foram precisos apenas 8 anos, depois da morte de Maomé, para que a Pérsia, Síria e Egito fossem capturados. Outros 70 anos foram requeridos para reduzir todo o Norte da África para a fé Islâmica. Por todo o lugar que o Islã passava e encontrava aqueles que não compartilhavam sua fé, era sempre o mesmo. As pessoas eram convertidas pela espada. Se um não Mulçumano dissesse, ”Alá é o único verdadeiro Deus e Maomé o seu profeta,” ele então seria considerado Mulçumano e seria deixado viver.

Pelos primeiros 100 anos, o Islã foi uma religião que cresceu pela violência, pela coerção, pela guerra, pela intimidação. Foi literalmente espalhado pela força.

Cristo, por outro lado, nunca intencionou que o Seu reino fosse avançado da maneira que Maomé espalhou o Islã. Quando Cristo, pouco antes da Sua crucificação, foi trazido perante Pilatos, o governador Romano, Ele disse: “O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui.” (João 18:36).

 

Conclusão

 

Há muitas maneiras de avaliar uma religião para determinar se ela é de Deus. Você pode examinar a origem da religião, como fizemos, e pode examinar o fundador da religião.

 

Considere Jesus.   Agora, considere Maomé.

 

Um foi predito na profecia, enquanto que outro não.

 

Um teve um nascimento miraculoso e uma vida repleta de milagres, enquanto que o outro teve o sangue dos seus inimigos em suas mãos.

 

Um foi celibatário até a Sua morte e ressurreição, enquanto que o outro teve muitas esposas, incluindo uma criança de 9 anos de idade, e a esposa de seu filho adotivo.

 

A morte de um foi redentora e cheia de profundo significado e realizações, enquanto que a outra foi apenas uma morte comum de um homem velho.

 

Um ressuscitou dos mortos, com muitas testemunhas atestando Sua vitória sobre o túmulo. O outro suspostamente fez o mesmo, só que não havia testemunhas.

 

Finalmente, considere seus legados. Os seguidores de Cristo espalharam o evangelho pacificamente pela pregação. Os seguidores de Maomé espalharam sua mensagem pelo medo e perseguição.

 

Um, fundou uma religião que é legítima e que verdadeiramente representa Deus, enquanto que a do outro, atormenta a humanidade até hoje.

 

Eu recomendo que você pare de ouvir as doutrinas de demônios que formam a base e toda a essência das crenças e práticas Mulçumanas.

 

Ao contrário, ouça as boas novas de Jesus Cristo, quem veio salvá-lo dos seus pecados.

 

 

 

Notas de rodapé

 

1.   William J. Saal, Reaching Muslims for Christ (Chicago: Moody Press, 1993), p. 29

2.   The Spirit of Islam, website, http://www.theperilofislam.com/text/q20.html

3.   Ibid.

4.   Ibid.

5.   Antranig Chalabian, Armenia After the Coming of Islam (Southfield, Michigan: Antranig Chalabian,  1999),  p. 32.

6.   Ibid.

7.   G. J. O. Moshay, Who Is This Alah? (United Kingdom: Dorchester House Publications, 1995), pp. 85-87

8.   The Spirit of Islam.

9.   Ibid.

10. William J. Saal, Reaching Muslims, pp. 31-73.

11. Chalabian, Armenia After the Coming of Islam, pp. 34-35.

 

 

 

 

 

 

 

Este artigo em inglês

 

 

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