Porque o Brasil é um país tão violento?




Introdução

Muitas pessoas no Brasil se perguntam: Qual o motivo do nosso país ser tão violento? Talvez a resposta seja mais evidente do que imaginamos. Nós mesmo estamos colhendo o que plantamos! Talvez a resposta esteja nesses políticos incompetentes, que não sabem interpretar a realidade que cerca o Brasil. Talvez a teimosia em insistir num estado socialista, que se intromete em assuntos demais tentando ser paternalista e forçando sobre a sociedade os ensinos totalmente insanos do desequilibrado mental chamado Karl Marx. A ao mesmo tempo, os governantes negligenciam os esforços mais urgentes que devem ser direcionados para a segurança do cidadão honesto e trabalhador, dos homens de bem que são os verdadeiros heróis e construtores do país e, ao mesmo tempo as maiores vítimas dos incompetentes que os governam. Talvez a vida humana valha muito pouco para muita gente no poder, e essa idéia de que o povo brasileiro é pacífico não passa de mito. As estatísticas mostram para quem quizer ver: O Brasil é um dos países mais violentos do mundo!

O prejuízo de vidas:

De a cordo com um relatório sobre violência no mundo, o Brasil ocupou a primeira posição, pasmem! Com um índice de 86 assassinatos por 100.000 habitantes (faixa de 15 a 24 anos) e com um número absoluto de mais de 30.000 assassinatos por ano! Isso é mais do que muitos países imersos em guerra civil. Que tragédia!



O prejuízo financeiro

De a cordo com esse mesmo relatório, o prejuízo da violência no Brasil, e resultado claro da incompetência do estado em suprir sua principal obrigação para com o cidadão é de 10 % de tudo que o país produz, ou seja, mais de 100 Bilhões de reais por ano!



1. A pena de morte desprezada

Os "sociólogos" (principalmente alguns que vão beber das águas podres dos metidos a intelectuais e ímpios da França) que se impõem sobre a sociedade brasileira, ou seja, os humanistas de esquerda que pensam que o ser humano é bonzinho e um pobre coitadinho, vítima da sociedade má, prestam um enorme deserviço ao povo. Como essa sociologia cantarolada pelos bando de "comentaristas" de rádio e TV é completamente falida e desastrosa, mais do que provada pelas estatísticas acima, esses "intelectuais" insistem na teimosia de relegar a pena de morte ao desprezo. Os fatos (censurados pela mídia corrupta brasileira) todavia, permanecem:

Obs.: A pena de morte aqui defendida refere-se aos assassinos, homicidas, latrocidas e estupradores.


1.1 A pena de morte é ordenada por Deus para ser exercida pelo governo humano para punir o assassino.

1.2 A pena de morte reduz a criminalidade.

1.3 A pena de morte impede o assassino de cometer outro crime, fato muito comum após uma provável fuga dos presídios.

1.4 A pena de morte reduz a população carcerária.

1.5 A pena de morte reduz gastos com os bandidos sobrando mais recursos para repressão ao crime.

1.6 A pena de morte permite mais investimentos em segurança nos presídios.

1.7 A pena de morte gera um tremendo aumento do respeito às leis na sociedade.

1.8 A pena de morte valoriza a vida humana.

1.9 A pena de morte gera na sociedade uma reverência a Deus e a valores absolutos imutáveis externos a ela, subtraindo das mãos dos governantes tiranos a arrogância absolutista.

1.10 A pena de morte é melhor para o criminoso, pois muito se convertem no corredor da morte, ao se confrontarem com a partida para a eternidade.

1.11 A pena de morte reduz os ganhos intermináveis de advogados corruptos e inescrupulosos, que tem o seu "ganha-pão" proveniente dos intermináveis recursos e processos e intermediações dos criminosos.

1.12 A pena de morte impede que o criminoso continue comandando o crime de dentro da penitenciária com a ajudas de advogados corruptos.

1.13 A pena de morte aplaca a ira do cidadão de bem, que sabe que atualmente o estado investe mais num assassino do que num trabalhador honesto.

2. O sistema penal corrupto

2.1 Meio de enriquecimento de:

2.1.1 Advogados corruptos

2.1.2 Juízes corruptos

2.2 Penas leves

2.3 Habeas Corpus para assassinos (!)


3. Desmoralização do Policial

O policial no Brasil é um coitado, um completo desmoralizado, não por sua culpa, mas pelos incompetentes políticos que o lideram, que os fazem de fantoches e de bonecos ao sabor dos caprichos e do humor dos destemperados e "sensíveis" governantes. Basta um telefonema de um playboy "mauricinho", um irresponsável novo rico que nunca sentiu na pele o sacrifício para produzir nada e só sabe "curtir" sua BMW a 200 kilometros por hora nas amplas avenidas de Brasília e pronto, o policial de serviço está vendido e leva a maior bronca. Quando esse mesmo policial, traumatizado pela violência e totalmente cético da justiça, vira bandido, os líderes hipócritas se omitem de qualquer responsabilidade. Não basta o flagrante do policial pegando uma traficante de drogas no ato, mas se é filha do doutor ministro, acabou-se, "soltem-na!". Será que somos tão imbecis que podemos nutrir numa ínfima esperança de diminuir a violência no Brasil enquanto essa estupidez permannecer?

A desmoralização do policial é feita:

3.1 Pelas Próprias autoridades "...você sabe com quem está falando..."

O amiguinho do político que passa o celular para o policial de serviço..."

O deputado cínico que faz projeto de lei para cancelar multas de trânsito!


3.2 Pelos políticos hipócritas

Exemplos de acobertamento de parentes de políticos (punição fácil de policiais)



4. Proibição de cidadãos portar armas

Está mais do que provado que o cidadão portando armas reduz a criminalidade. Numa cidade dos Estados Unidos, todo cidadão deve ter a sua arma. Índice de criminalidade: zero. Num determinado estado dos Estados Unidos os policiais são fortemente a favor do cidadão portar armas. Eles estão na linha de frente todos os dias, eles sabem que o cidadão portando arma gera menos crime e mais medo entre os bandidos, que podem ser mortos pelo cidadão comum. Isso é óbvio!

Os bandidos estão muito felizes com essas campanhas de desarmar a população, porque eles sabem que o crime será muito mais fácil e a probabilidade de ser supreendido é muito pequena. Os bandidos estão morrendo de rir com o desarmamento da população! Isso é tudo o que eles sonham. Essa campanha de desarmar a população é parte da agenda socialista que transforma o cidadão num palerma, totalmente vulnerável aos tiranos absolutistas. Na Inglaterra, por exemplo, após a proibição de porte de armas pelo cidadão comum, através do governo socialista de Tony Blair, a criminalidade explodiu para níveis insuportáveis e alarmantes. Tudo por conta dos políticos incompetentes e socialistas. Das duas uma: Ou eles são incompetentes, ou eles odeiam a população e nem se importam se milhares pessoas morrem indefesas nas mãos dos bandidos, contanto que a agenda socialista seja levada a diante para que o cidadão fique morrendo de mêdo da sociedade em que vive e fique mais paranóico, melancólico, indefeso, apático e dependente da tirania governamental que o imbeciliza e o deixa totalmente impotente. Enquanto isso, a cúpula socialista vive em seus castelos cheios de segurança e tecnologia enquanto as chacinas os sequestros e os assassinatos explodem exponencialmente à luz do dia em qualquer ponto do país. A culpa é nossa que colocamos esses socialistas no poder.

5. Privilégios dos fascínoras



6. A imoralidade.



7. A imbecil cultura do carnaval.



8. O álcool



9. A incompetência do estado socialista.

Uma das inúmeras insanidades do socialismo, é que o mesmo, trata o criminoso como uma vítima da sociedade e não como um bandido. O problema é na raiz do socialismo, pois sua base filosófica é totalmente falsa e corrupta. Uma sociedade que trata o criminoso assim, está amaldiçoada e fadada a conviver com altos índices de criminalidade. O criminoso numa sociedade sadia, entretanto tem que ser punido com o mais alto rigor. Isso gera respeito pelo ser humano e medo nos bandidos que existem em qualquer sociedade. As prisões não são casas de recuperação, mas locais onde pessoas incapazes de conviver em sociedade devem ser punidas. Se for o caso de assassinato, a punição ordenada por Deus é a pena de morte (Gen. 9:6; Rom. 13:4)




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